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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Prevenção de afogamentos no Reino Unido

Campanha de prevenção a afogamentos, realizada no Reino Unido, com apoio da Federação Britânica de Natação.
Quando será que a nossa confederação (CBDA), irá fazer algo, parecido ??

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vídeo do Safer 3 - como evitar afogamentos ?

Vídeo da NDPA explicando o conceito do Safer3 - Água mais segura: utilize barreiras e alarmes na piscina - Crianças mais seguras: não deixe as crianças sem acompanhamento quando estiverem dentro ou próximas da água e estimule que elas aprendam a nadar - Respostas mais seguras: aprenda técnicas de Reanimação Cardio Pulmonar (RCP) e mantenha sempre um telefone para emergências.
Clique no link abaixo e assista ao vídeo :

domingo, 5 de maio de 2013

Vídeo de prevenção de afogamentos em água doce

Vídeo de prevenção em afogamento criado pela Sobrasa e ILS Américas como forma de reduzir o número de afogamentos no mundo, utilizando a educação de crianças.
Clique no link abaixo e assista ao vídeo :

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Comercial Aprenda a Nadar (1973)

Não é de hoje, que assistimos à comerciais ou propagandas, que mostram a importância do nadar, não só como como uma forma de prevenção de acidentes, ou como uma atividade física importante.
Em 1973, há quarenta anos atrás, estreava um comercial no Reino Unido, que mostrava a importância do nadar, de uma forma bem descontraída. Este comercial foi vinculado na televisão por 10 anos !!
Clique no link abaixo e assista :

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vídeo sobre prevenção de afogamentos

Este video sobre prevenção em piscinas é muito objetivo. Ele foi produzido pela Associação Chilena de Segurança (ACHS). É narrado em espanhol, mas de fácil compreensão.
Clique no link abaixo e assista :

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Menino de 4 anos morre afogado em São Paulo


Um menino de 4 anos morreu afogado em uma escola particular em Moema, bairro nobre da zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (26).
De acordo com a polícia, o grupo de 14 crianças participava de uma aula de natação no CEB (Centro Educacional Brandão) quando Bernardo Giacomini Gonçalves se afogou.
O garoto chegou a ser socorrido por funcionários e levado pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para Hospital São Paulo, mas chegou sem vida ao local.
Em nota, a direção da instituição afirma que a "criança foi socorrida por profissionais treinados e certificados como socorristas" e que vai "prestar todo o apoio possível à família do aluno, cuja dor e sofrimento não podem ser medidos".
Uma professora e uma instrurora foram indiciadas sob suspeita de homicídio culposo (sem intenção de matar). Elas pagaram fiança de R$ 10.000 cada e vão responder o processo em liberdade.
Fonte : Uol

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Prevenção nos Esportes

Nenhum esporte é 100% seguro. Mas há muito que os pais, jogadores e treinadores podem fazer para minimizar o risco de lesões em jovens atletas.
A frequência e o tipo de lesão irão variar de acordo com a natureza do esporte. Entre as atividades de contato, há risco de colisão, por exemplo, no basquete, e no futebol, que estão associados a uma maior probabilidade de lesões agudas como entorses, distensões, contusões, fraturas e luxações.
Os esportes de resistência podem ter menores taxas de lesão, porém a chance de prejuízos por sobrecarga é maior, tais como fraturas, tendinite e estresse ósseo.
A seguir estão algumas sugestões para minimizar lesões:
1. Certifique-se de que o jovem está competindo contra jogadores de tamanho e desenvolvimento comparáveis. Os jovens atletas podem ter a mesma idade, mas diferentes pesos, alturas e físicos. Isso pode colocar a criança menos desenvolvida em desvantagem competitiva e por em risco a segurança dela, especialmente quando os jogadores de força e tamanho variados estão competindo em contato ou esportes de colisão;
2. Incentivar jovens atletas para treinar o esporte. Condicionamento físico adequado pode ser o caminho para manter um jogador fora da lista de contundidos. Peça ao treinador do seu filho um regime de exercícios adequado;
3. Não usar excessivamente braços e pernas. Nos últimos anos, uma epidemia de dores em membros tem feito os pediatras a restringirem o tempo de treinamento de crianças para no máximo 6 horas por semana e com períodos de descanso durante os treinos;
4. Os corredores podem prevenir lesões por atividade excessiva, executando-a em terreno macio e plano, e alternando dias de corrida extenuante com treinos menos exigentes. Esses atletas devem aumentar gradualmente o treinamento até atingirem a meta deles. Tem sido sugerido que o aumento de mais de 20% por semana, seja evitado;
5. Alongamento e aquecimento antes da prática esportiva podem ajudar a melhorar o desempenho e diminuir lesões. Para ganhar flexibilidade, eles também podem ser úteis pós-atividade. Antes ou depois do treino, os músculos devem estar aquecidos;
6. Deve-se beber água a cada 20 minutos para evitar a desidratação. A substituição inadequada de líquidos pode diminuir força muscular, resistência e aumentar o risco de lesões relacionadas ao calor. A água normal é geralmente suficiente para repor as perdas de fluido, mas os atletas podem estar inclinados a beber mais, se o fluido é aromatizado e contém glicose e eletrólitos;
7. Use o equipamento certo de maneira correta. Adolescentes frequentemente usam equipamento que não têm tamanho adequado para eles. Isso é válido para calçados (tênis) e roupas que devem ser adequadas ao esporte praticado, que sejam leves e facilitem a evaporação do suor;
8. Ao praticar ou jogar em clima quente, devem ser tomadas medidas para evitar o calor que induzem doenças, como cãibras, exaustão e insolação. Práticas esportivas e jogos podem ser realizados no período da manhã ou final da tarde, quando o calor é menos agressivo;
9. Em cidades poluídas como São Paulo, a atividade física deve ser evitada nos dias que a umidade do ar está baixa (abaixo de 50%).
Por Dr. José Luiz Setúbal
Fonte: Caring for Your Teenager (Copyright © 2003 American Academy of Pediatrics)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Prevenção de afogamentos na Itália

Barco a remo utilizado por salva vidas na cidade de
Riccione (Itália)
Cartaz colocado nas piscinas italianas em duas línguas
italiano e em inglês


terça-feira, 22 de maio de 2012

Crianças precisam fazer exames periódicos de colesterol

As crianças, assim como os adultos, também apresentam colesterol alto. Há 15 anos o exame não era prescrito para o paciente pediátrico, mas a situação mudou. A vida moderna, a alimentação nem sempre saudável, a falta de atividade física levaram os médicos e os nutricionistas a investigarem esse tipo de problema em crianças.

"É um mal silencioso, não apresenta sintomas e não acomete somente crianças acima do peso. Por isso os pais não percebem que a criança sofre de hipercolesterolemia, nível elevado de colesterol ruim (LDL) no sangue", afirma a nutricionista Adriane Alves Marchisete, do Hospital Infantil Sabará.

Embora não existam pesquisas, acredita-se que cerca de 30% das crianças brasileiras tenham colesterol elevado. Além da genética, o problema está relacionado à dieta inadequada e ao sedentarismo. Também pode sinalizar outras doenças como disfunções na tireóide e diabetes.

Para tranquilidade dos pais, estudo do recente Centro de Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos, publicado na Pediatrics, revelou que dieta restritiva e prática regular de atividade física são eficientes no controle da doença, ou seja, fazem com que as taxas de colesterol abaixem sem que seja necessário recorrer à medicação.

De acordo com os pediatras, a partir dos 4 anos deve-se realizar o exame a cada cinco anos. Já aquelas cujos pais apresentam colesterol alto antes dos 40 anos precisam checar anualmente. Já crianças obesas necessitam submeter-se ao exame a cada seis meses.

Fonte: Dra. Fátima Fernandes